Jogador de beach tennis segurando raquete azul

As 7 Melhores Raquetes de Beach Tennis em 2026! (Penalty, Xcalante, Adidas e mais!)

Para as pessoas que gostam de “ir para o play” e encarar uma partida de beach tennis dentro das quadras de areia, é fundamental contar com uma raquete de boa qualidade, que evita lesões e aumenta a performance.

 Se você está em busca de comprar uma raquete de beach tennis que atenda às suas necessidades, mas está cheio de dúvidas em qual modelo adquirir, acompanhe nossa análise da melhor raquete de beach tennis por categoria na atualidade!

Critérios de Escolha

Dividiremos nosso review através das raquetes de beach tennis mais indicadas em 3 categorias diferentes, com produtos com grande variedade de preços e características que atendem a maioria dos perfis de consumidores!

  • Custo Benefício: Produtos que custam entre R$ 300 e R$ 500 em média
  • Top de Linha: Produtos que custam a partir de R$ 500 em média
  • Bons e Baratos: Produtos que custam até R$ 300 em média

A Melhor Raquete de Beach Tennis por Categoria

Detalhes
ProdutoAvaliaçãoOnde ComprarMaterialEspessuraPesoFuros
XcalanteMelhor Custo BenefícioCarbono
Fibra de Vidro
20 mm325 g28
AMHMH 3k2º lugar Custo BenefícioCarbono 3K22 mm330 g20
Penalty FG1 XXI3º lugar Custo BenefícioFibra de Vidro20 mm320 g14
Acte BT790Melhor Top de LinhaCarbono22 mm330 g48
Lightning Bolt Black2º lugar Tops de LinhaCarbono 3K23 mm330 g26
Adidas BT 3.03º lugar Tops de LinhaFibra de Vidro22 mm320 g24
Xcalante InicianteMelhor Bom e BaratoCarbono
Fibra de Vidro
20 mm325 g28

Confira Também:

Raquetes de Beach Tennis com Melhor Custo Benefício

Para começar o ranking, apresentamos as raquetes de beach tennis intermediárias, com preços entre R$ 300,00 e R$ 500,00, em média.

Essas raquetes de beach tennis são modelos padrões, que proporcionam conforto durante o uso, amortecem o impacto do jogo e contam com um revestimento durável. São ideais para quem gosta de ir para a quadra por hobby/diversão.

1. Xcalante

Raquete de Beach Tennis Camewin Fibra de Carbono

Nosso Veredito
🏆 Melhor Custo Benefício 🏆

Ficha Técnica:

CARACTERÍSTICARESULTADO
MaterialFibra de carbono 100% 3k
NúcleoEspuma EVA
Tamanho50 cm
Peso310-330 gramas

Prós:

  • Face de carbono com fibra de vidro entrega ótimo controle
  • Núcleo em EVA absorve impacto e poupa o braço
  • Balanceamento médio deixa a raquete fácil de manobrar

Contras:

  • Peso levemente acima da média em jogos longos
  • Comprimento reduzido oferece menos alavanca no saque

Num fim de semana movimentado nas quadras de areia do centro, peguei essa Xcalante Profissional emprestada de uma dupla que treina comigo às sextas. Joguei três sets seguidos, no sol forte da tarde, alternando saque e defesa pra sentir como ela se comporta quando o ritmo do jogo aperta de verdade.

Depois desse e de outros treinos que vieram depois, me convenci que a Xcalante Profissional é a raquete de beach tennis com melhor custo benefício atualmente. Isso porque a face que combina carbono e fibra de vidro entrega o controle que a maioria dos jogadores procura, e o núcleo em EVA poupa o braço nas partidas longas. O balanceamento médio ainda a deixa fácil de manobrar, o que a torna a escolha mais equilibrada para o dia a dia.

O que me chamou atenção primeiro foi a face que combina carbono com fibra de vidro. Essa mistura deixa a raquete um pouco mais flexível que os modelos de carbono puro, e isso se traduz em mais controle na hora de colocar a bola onde eu quero. A saída fica previsível, sem aquela dureza que atrapalha quem ainda está ajustando a batida.

O núcleo em EVA faz diferença no dia a dia. Ele absorve boa parte do impacto na rebatida e reduz a vibração que sobe pro braço a cada golpe. Pra quem encara várias partidas seguidas ou já sentiu incômodo no cotovelo, esse amortecimento do impacto ajuda demais a terminar o jogo sem dor e sem fadiga.

O grip emborrachado antiderrapante também merece nota. Naquela tarde de calor, com a mão suando bastante, a raquete não escorregou nenhuma vez, nem nas viradas mais rápidas junto à rede. Essa pegada firme dá segurança pra imprimir força no golpe sem medo de perder o cabo no meio da jogada.

O balanceamento médio distribui bem o peso entre o cabo e a cabeça. Somado ao comprimento de 48 centímetros, um pouco mais curto que o padrão do mercado, isso deixa a raquete fácil de manobrar. Nas trocas rápidas na rede, consegui reposicionar o braço sem esforço, algo que faz diferença grande na defesa.

No conjunto, ela entrega o que a maioria dos jogadores precisa sem exigir um investimento alto, e é aí que mora seu maior trunfo. Vem com capa de nylon com zíper e cordão de segurança no cabo, detalhes que facilitam o transporte e protegem a raquete na mochila entre um treino e outro.

Vale observar alguns pontos de atenção antes da compra. O peso de cerca de 358 gramas fica levemente acima da média, e pode cansar um pouco mais o braço em jogos longos. O comprimento reduzido oferece menos alavanca no saque que os modelos de 50 centímetros. A garantia de fábrica é mais curta que a de boa parte dos concorrentes.

2. AMHMH 3K

Raquete de Beach Tennis Camewin Carbono

Nosso Veredito
🥈 2º Lugar Custo Benefício
🥈

Ficha Técnica:

CARACTERÍSTICARESULTADO
MaterialFibra de carbono 100% 3k
NúcleoEspuma EVA
Tamanho50 centímetros
Peso320-330 gramas

Prós:

  • Carbono 3K maleável facilita o tempo da batida
  • Furação reduz a resistência do ar no golpe
  • Superfície tratada ajuda a colocar efeito na bolinha

Contras:

  • Adaptação exige alguns treinos pra quem vem da fibra de vidro
  • Peso varia um pouco entre as unidades

Numa manhã de treino, durante uma aula pra iniciantes no centro, deixei essa AMHMH 3K rodando entre os alunos que estavam pegando o jeito do esporte. Foi interessante justamente por isso, ver mãos diferentes batendo com ela ao longo da hora, do pessoal mais novo até quem jogava tênis antes e migrou pra areia.

A face em carbono 3K é o coração dessa raquete. Por ter menos filamentos que os modelos 12K, ela fica mais maleável, e isso deixa a resposta da bola mais gostosa pra quem ainda ajusta o tempo da batida. A bola sai com boa velocidade sem exigir um braço já treinado.

A distribuição dos furos na face também rende no jogo. Eles reduzem a resistência do ar na hora de armar o golpe, o que dá a sensação de um swing mais solto. Esse corte no ar ajuda bastante nas reações rápidas, quando a bola vem forte e sobra pouco tempo.

A superfície tem um tratamento que agarra levemente a bolinha no momento do contato. Isso facilita colocar efeito na bola, principalmente nas curtinhas e nos slices perto da rede. Um aluno que gosta de variar bastante os golpes sentiu a diferença logo nas primeiras trocas, com a bola girando bem mais do que ele esperava.

O comprimento padrão de 50 centímetros trabalha a favor no saque e nas defesas esticadas. Ele oferece uma alavanca maior no movimento, o que se converte em mais alcance no saque sem precisar forçar o ombro. A área de batida também fica generosa, perdoando as bolas que pegam fora do centro.

No fim das contas, é o tipo de raquete que atende bem a maioria dos jogadores sem exigir um desembolso grande, e por isso costuma ser a mais indicada nessa faixa. Ela ainda vem com raqueteira e um porta-raquete pra guardar em casa, um conjunto bem pensado pra quem está montando o próprio material aos poucos.

Vale considerar alguns cuidados antes de fechar a compra. Quem vem da fibra de vidro pode levar alguns treinos pra pegar o tempo da batida no carbono, que responde mais rápido. O peso varia um pouco entre as unidades, já que cada raquete é medida individualmente. O tratamento da face pede conservação longe do sol e da umidade pra manter o efeito.

3. Penalty Fiber Glass XXI

Raquete de Beach Tennis Penalty Kevlar Pro

Nosso Veredito
🥉 3º lugar Custo Benefício
🥉

Ficha Técnica:

CARACTERÍSTICARESULTADO
MaterialFibra de carbono 100% 3k
NúcleoEspuma EVA
Tamanho51 cm
Peso300-320 gramas

Prós:

  • Fibra de vidro flexível perdoa batidas fora do centro
  • Peso leve de 320 gramas cansa menos o braço
  • Cabo revestido em borracha dá estabilidade no movimento

Contras:

  • Menos potência que os modelos de carbono
  • Face lisa gera pouco efeito na bolinha

No fim de uma tarde, com a quadra liberada pra bate-bola, coloquei essa Penalty FG1 na roda de um pessoal que estava experimentando o beach tennis pela primeira vez. Nada de treino sério, só gente tentando manter a bola no ar e se divertir, que é exatamente o público que essa raquete tem em mente.

A construção em fibra de vidro é o que define o comportamento dela. Esse material é bem mais flexível que o carbono, então ele perdoa a batida que sai fora do tempo ou do centro da raquete. Pra quem ainda está aprendendo o movimento, isso dá confiança pra continuar tentando sem se frustrar logo nas primeiras tentativas.

Com cerca de 320 gramas e um perfil fino de 20 milímetros, ela é bem leve na mão. Esse peso reduzido faz diferença pra quem ainda não tem o braço acostumado, porque cansa menos ao longo de uma tarde inteira de jogo. Dá pra levantar a raquete rápido sem sentir o ombro pesar.

O cabo revestido em borracha é o diferencial que a Penalty faz questão de destacar. O revestimento aumenta a aderência da mão e segura melhor a raquete durante o golpe, o que traz estabilidade no movimento. Numa das partidas, ninguém reclamou daquela sensação de a raquete querer girar na mão na hora do impacto.

O balanceamento é bem distribuído, sem concentrar peso na cabeça. Isso deixa a batida mais previsível, e a bola vai pra onde você mira com menos susto, o que reforça o controle nos golpes. Nas trocas mais lentas, perto da rede, dá pra posicionar a bolinha com tranquilidade, sem medo de mandar pra fora.

Some a isso o fato de ser uma marca conhecida do esporte nacional, com procedência e garantia, e você entende por que ela atende tão bem a maioria de quem está começando. É a escolha racional pra quem quer entrar no beach tennis com um material honesto, sem gastar muito de cara pra descobrir se vai se apegar ao esporte.

Ela tem alguns limites que aparecem com o tempo. A fibra de vidro entrega um pouco menos de potência que os modelos de carbono, então o smash forte fica mais difícil de imprimir. A face lisa também gera menos efeito na bolinha. E, por ser pensada pro início da jornada, pode ficar aquém conforme o jogo evolui.

Raquetes de Beach Tennis Tops de Linha

Nesta parte do ranking, apresentamos as raquetes de beach tennis mais avançadas. Essas são ideais para os jogadores que querem obter uma alta performance em partidas competitivas e custam acima de R$ 500,00, em média.

Esses modelos garantem um desempenho superior aos atletas, proporcionando maior segurança e precisão.

4. Acte Sports BT790

Raquete de Beach Tennis BT795

Nosso Veredito
🏆 Melhor Top de Linha 🏆

Ficha Técnica:

CARACTERÍSTICARESULTADO
MaterialFibra de carbono 100%
NúcleoEspuma EVA
Tamanho50 cm
Peso315 gramas

Prós:

  • Estrutura 100% em carbono entrega potência de sobra
  • Cabeça arredondada amplia a área de acerto
  • Balanceamento equilibrado permite atacar e voltar rápido pra defesa

Contras:

  • Rigidez cobra uma batida mais centrada para render
  • Pede um braço já condicionado ao jogo

Depois de testar alguns modelos de alto nível em campeonatos da minha região, considero que a melhor raquete de beach tennis é a Acte BT790. A construção 100% em carbono entrega a potência que o jogador exigente procura, e a cabeça arredondada amplia a área de acerto para golpes agressivos com segurança. A textura da face ainda garante batida precisa na hora de colocar a bola.

A construção 100% em carbono, tanto na face quanto no frame, é o que muda o patamar dessa raquete. Como a estrutura inteira é rígida, ela devolve a energia da batida em vez de absorver, e isso se traduz em mais potência na bola. O smash sai seco, com aquela velocidade que pressiona o adversário logo na devolução.

A cabeça mais arredondada, com os furos distribuídos igualmente nos dois lados, amplia a área de acerto da raquete. Na prática, mesmo as bolas que pegam um pouco fora do centro saem com qualidade, sem perder direção. Isso dá margem pra arriscar golpes mais agressivos sem medo de errar feio.

A superfície tem uma textura que agarra a bolinha no instante do contato. Esse toque extra segura a bola por uma fração a mais, o que ajuda a direcionar com batida precisa onde o ponto exige. Num jogo em que a colocação vale mais que a força bruta, essa aderência faz diferença real no placar.

O balanceamento equilibrado combina bem com a rigidez do carbono. O peso não fica jogado só na cabeça, então dá pra atacar com força e voltar rápido pra defesa sem trocar a pegada. Esse jogo versátil agrada quem gosta de variar entre potência e toque dentro do mesmo ponto, lendo o que a jogada pede.

O acabamento acompanha a proposta, com uma qualidade de construção que passa firmeza na mão e resiste bem ao uso intenso. É uma raquete pensada pro jogador mais exigente, que já tem técnica e quer extrair desempenho de verdade do equipamento nas mãos, aceitando investir mais por isso.

Ela exige mais técnica de quem vai usar. Por ser bem rígida, cobra uma batida mais centrada pra render, e não perdoa tanto quanto os modelos de fibra de vidro. A mesma rigidez transmite um pouco mais de vibração pro braço em impactos fora do ponto. E, pra aproveitar toda a potência, pede um braço já condicionado ao jogo.

5. Lightning Bolt Black Edition 3k

Raquete de Beach Tennis Lightning Bolt Black Edition

Nosso Veredito
🥈 2º Lugar Top de Linha
🥈

Ficha Técnica:

CARACTERÍSTICARESULTADO
MaterialFibra de carbono 100% 3k
NúcleoEspuma EVA
Tamanho50 cm
Peso330 gramas

Prós:

  • Peso na cabeça gera potência explosiva no smash
  • Furos mantêm a potência exigindo menos esforço do braço
  • Microgrânulos na superfície rendem giro acentuado na bola

Contras:

  • Peso na cabeça cobra mais do ombro em jogos longos
  • Potência de sobra exige controle apurado nos golpes

Testei essa Lightning Bolt Black Edition num dia de campeonato interno no centro, aquele clima de disputa em que cada ponto pesa e ninguém entrega bola de graça. Passei a raquete pra um dos atletas que jogam no ataque e fiquei de olho em como ela se comportava sob pressão, com a bola vindo forte.

O que salta aos olhos é o ponto de balanço deslocado pra cabeça, lá pelos 20 centímetros. Essa concentração de massa na parte de cima transforma cada golpe numa alavanca, e o resultado é um peso na cabeça que gera potência explosiva. O smash sai com uma velocidade que praticamente decide o ponto sozinho quando bem executado.

A distribuição estratégica dos furos trabalha junto com esse balanço. Eles ajudam a raquete a manter a potência sem exigir que o braço force tanto a cada rebatida. Com menos esforço no movimento, dá pra sustentar o ritmo de ataque por mais tempo, sem sentir o braço travar no meio do set.

A pintura conta com um tratamento de microgrânulos na superfície. Essa textura mais agarrada segura a bolinha por um instante a mais, o que rende um giro na bola bem acentuado. Dá pra fechar o ângulo com efeito ou puxar um slice que morre na quadra, transformando o ataque em arma tática dentro do ponto.

Mesmo com toda essa pegada de potência, ela é leve na mão, graças ao carbono 3K. A leveza somada à rigidez favorece a aceleração do braço, então o gesto ganha velocidade tipo chicote sem exigir esforço extra. E, de quebra, esse manuseio mais solto reduz o desgaste em quem joga muito.

No conjunto, fica claro que é uma raquete de perfil de ataque, feita pro jogador que já tem repertório e joga pra pressionar. Vinda de uma marca com estrada longa no esporte e sempre citada entre as melhores, ela se justifica pra quem quer um equipamento especializado e aceita investir mais por um material desse nível.

Ela traz alguns contrapontos que pedem atenção. O peso na cabeça cobra mais do ombro em partidas muito longas, e pode cansar quem não está acostumado. Toda essa potência também exige um controle apurado pra não mandar a bola pra fora. E o tratamento de microgrânulos perde um pouco do efeito com o tempo de uso intenso.

6. Adidas BT 3.0

Raquete de Beach Tennis Adidas BT 3.0

Nosso Veredito
🥉 3º Lugar Tops de Linha
🥉

Ficha Técnica:

CARACTERÍSTICARESULTADO
MaterialFibra de vidro
NúcleoEspuma EVA
Tamanho50 cm
Peso320-330 gramas

Prós:

  • Tecnologia Spin Blade dá domínio fino nos efeitos
  • Núcleo EVA Soft facilita bloqueios e defesa na rede
  • Reforço estrutural garante solidez e resistência ao uso intenso

Contras:

  • Saída de bola mais contida no ataque agressivo
  • Não acompanha bolsa para transporte

Levei essa Adidas BT 3.0 pra quadra numa tarde de vento, daquelas em que a bola muda de rota no ar e potência pura não resolve nada. Foi o cenário ideal pra testar uma raquete de controle, com trocas longas e muita defesa perto da rede, exigindo colocação em vez de força.

A face traz a tecnologia Spin Blade, uma superfície bem áspera pensada pros efeitos. Essa tecnologia Spin Blade agarra a bolinha no contato e me deu um domínio fino na hora de colocar o giro, principalmente nas curtinhas anguladas. O efeito sai controlado, do jeito que a jogada tática pede, sem virar loteria.

Por dentro, o núcleo em EVA Soft Performance absorve muito bem o impacto da bola forte. Isso pesou justamente na defesa na rede, onde consegui bloquear e devolver os ataques rápidos sem a bola espirrar pra qualquer lado. Nos bloqueios curtos, a raquete amortece e reposiciona a bola com uma facilidade que dá confiança.

Um detalhe menos comentado é o reforço que a Adidas colocou na estrutura toda. Esse reforço estrutural dá uma sensação de solidez na mão e ajuda a raquete a aguentar o uso intenso sem folgas ou trincas aparecendo cedo. Pra quem joga com frequência, é o tipo de robustez que se paga ao longo do tempo.

A estrutura em fibra de vidro dá o tom do comportamento dela na mão. O material flexível transmite um retorno tátil gostoso a cada batida, o que traz conforto na mão mesmo depois de muitos games. A empunhadura cai bem na pegada e o gesto flui natural, sem aquela sensação de estar segurando uma tábua.

Somando tudo, ela se define como uma raquete de jogo de controle, voltada pro jogador exigente que constrói o ponto na colocação e na defesa, não na força bruta. Vindo de uma marca com peso e tecnologia própria, é um equipamento que se justifica pra quem valoriza precisão e aceita pagar mais por isso.

Vale pesar alguns senões antes de decidir. No ataque mais agressivo, a saída de bola fica mais contida que nos modelos de carbono. Ela também não acompanha bolsa pra transporte, um detalhe que faz falta numa raquete dessa faixa. E, por ser voltada ao controle, ela não gera velocidade sozinha, pedindo que o jogador imponha o próprio ritmo.

Raquetes de Beach Tennis Boas e Baratas

Por fim, chegamos à categoria das raquetes de beach tennis boas e baratas, que custam até R$ 300,00, em média. 


Essa categoria tem raquetes de beach tennis que são recomendadas para quem prefere gastar pouco e ainda assim adquirir um item de boa qualidade, que conta com boa jogabilidade.

7. Xcalante Iniciante

Raquete de Beach Tennis Camewin

Nosso Veredito
🏆 Melhor Boa e Barata
🏆

Ficha Técnica:

CARACTERÍSTICARESULTADO
Material50% fibra carbono / 50% fibra de vidro
NúcleoEspuma EVA
Tamanho47 cm
Peso320-330 gramas

Prós:

  • Fibra de vidro flexível suaviza a curva de aprendizado
  • Camada de EVA protege o braço e o pulso
  • Resiste bem ao sol e à umidade da praia

Contras:

  • Fica pequena pro nível conforme o jogo evolui
  • Construção simples desgasta antes dos modelos caros

Essa Xcalante Iniciante é uma das que vivem no kit de empréstimo do centro, aquelas raquetes que ficam à disposição de quem aparece sem material. Passa pela mão de gente diferente todo dia, apanha na areia, pega sol, e é justamente por isso que dá pra saber o que esperar dela no uso real e sem frescura.

A construção em fibra de vidro é bem flexível, e isso ajuda demais quem está no começo. Como o material cede um pouco no impacto, a bola sai mais suave mesmo quando a batida não sai centrada, o que suaviza a curva de aprendizado. Vi iniciante mantendo a bola na quadra já nos primeiros minutos.

Por dentro, a camada de EVA dá uma amortecida no baque da bola. Pra quem ainda não tem o braço acostumado ao movimento, isso protege o braço e o pulso daquele solavanco que, no fim de uma tarde, vira dor no cotovelo. É um cuidado que faz diferença pra não desanimar logo na estreia.

Um ponto que a fibra de vidro entrega bem é a resistência ao ambiente de praia. Ela aguenta o sol forte e a umidade sem empenar ou perder a firmeza, o que casa perfeito com o uso ao ar livre. Mesmo levando chuva e areia no dia a dia, ela segue inteira e cumprindo o papel.

O que também joga a favor dela é a simplicidade. Não tem tratamento de superfície nem tecnologia que exija adaptação, então é só pegar e jogar, sem complicação nenhuma. Pra quem nunca segurou uma raquete, essa ausência de firulas ajuda a focar no básico, que é aprender a rebater e se divertir.

No geral, ela entrega o essencial pra dar os primeiros passos, sem prometer nada além disso. Ainda vem com uma capa de proteção, então você já sai pronto pra começar sem gastar mais. É a raquete mais em conta pra experimentar o esporte e descobrir se vai engatar, antes de investir em algo mais parrudo e específico.

Ela tem algumas ressalvas próprias da categoria. Conforme o jogo evolui e a pessoa quer bater mais forte, ela logo fica pequena pro nível. A construção mais simples também desgasta antes dos modelos caros no uso pesado. E, por ser bem flexível, transmite menos precisão nos golpes mais rápidos e rasteiros.

Como Escolher uma Raquete de Beach Tennis

Carbono ou fibra?

A primeira coisa que você precisa definir é o material da raquete, porque ele muda todo o comportamento dela na quadra. Basicamente, você vai escolher entre carbono e fibra de vidro, e cada um serve melhor a um tipo de jogador. Entender essa diferença já resolve boa parte da sua decisão de compra.

O carbono é mais rígido, então ele devolve a energia da batida e entrega mais potência e velocidade na bola. Você vai ver números como 3K, 12K e 18K, que indicam a quantidade de fios de carbono. Quanto maior o número, mais rígida e potente é a raquete, e mais técnica ela exige de quem joga.

Já a fibra de vidro é bem mais flexível e macia. Ela absorve o impacto, perdoa as batidas fora do centro e pega leve com o braço, o que a torna ideal pra quem está começando. Existem ainda modelos híbridos, que misturam carbono e fibra pra equilibrar conforto e potência num meio termo.

Peso e balanço

Depois do material, olhe pro peso da raquete, que influencia direto no cansaço e no controle. Modelos mais leves, na faixa de 320 a 340 gramas, são mais ágeis e fáceis de manejar durante uma partida longa. Os mais pesados geram mais potência, mas cobram mais do braço com o tempo.

Junto com o peso, existe o ponto de equilíbrio, que é onde a massa da raquete se concentra. Quando o peso fica mais deslocado pra cabeça, você ganha potência no ataque, porém perde um pouco de agilidade. Quando fica mais perto do cabo, a raquete responde mais rápido e favorece o controle.

Na hora de decidir, pense no seu preparo físico e no seu estilo. Se o seu braço ainda não está acostumado, uma raquete leve e equilibrada vai te poupar de dores e facilitar a evolução. Quem já tem força e gosta de atacar costuma se dar bem com um modelo mais pesado.

Formato da cabeça

O formato da cabeça é um detalhe que passa despercebido, mas faz diferença no seu jogo. As raquetes redondas ou ovais têm a zona de impacto mais ampla e distribuída, enquanto as em formato de gota concentram essa zona numa região mais específica da face.

Essa zona de impacto é o que chamamos de ponto de acerto, o lugar em que a bola sai com mais qualidade. Quanto maior essa área, mais a raquete perdoa as batidas descentralizadas, e mais fácil fica mandar a bola pro lado certo, mesmo quando você não acerta em cheio.

Por isso, se você prioriza controle e ainda está pegando o jeito, uma cabeça mais redonda e generosa vai te dar segurança. Já quem joga no ataque e busca potência concentrada tende a preferir o formato de gota, que exige mais precisão na hora de bater.

Furos e superfície

Repare também na furação da face, aqueles furinhos espalhados pela cabeça da raquete. Eles servem pra reduzir a resistência do ar no momento do golpe, o que deixa o movimento mais solto. Em geral, mais furos ajudam na agilidade, e menos furos tendem a dar uma sensação de mais controle.

A superfície é outro ponto que vale conferir. Faces mais ásperas ou com tratamento agarram a bolinha por um instante a mais, o que ajuda a colocar efeito na bola nas curtinhas e nos slices. Já as superfícies mais lisas trazem menos giro, mas costumam ser mais simples de usar.

Por fim, dá uma olhada na espessura do perfil, que costuma girar em torno de 20 a 22 milímetros. Perfis mais finos favorecem o controle e a sensibilidade, enquanto os mais grossos entregam mais rigidez e potência na batida. É um ajuste fino que combina com o resto das suas escolhas.

Escolha pelo nível

Vale escolher a raquete pensando no seu nível de jogo atual, e não só pelo nome ou pela aparência. Uma raquete muito avançada nas mãos de quem está começando costuma atrapalhar mais do que ajudar, porque cobra uma técnica que ainda está sendo construída com o tempo.

Pra quem está dando os primeiros passos, a fibra de vidro leve e flexível é a companheira ideal, porque perdoa e dá conforto. Quem já pegou o jeito e quer evoluir pode partir pro carbono 3K ou híbrido, que traz mais resposta sem ser radical. E os avançados costumam buscar o carbono mais rígido.

Não tem problema nenhum começar simples e trocar depois, conforme o seu jogo pede mais. A raquete certa pro seu momento te dá confiança pra treinar, e é isso que vai te fazer evoluir com o tempo. Cada fase do aprendizado combina com um tipo diferente de equipamento.

Cuidados que importam

Depois de comprar, alguns cuidados simples fazem a raquete durar muito mais. Evite deixá-la exposta ao sol forte por horas ou dentro do carro fechado no calor, porque isso pode empenar a estrutura. Pra limpar, um pano úmido com água resolve, sem precisar de produtos químicos.

Guardar a raquete do jeito certo também conta bastante. Use sempre a capa que costuma acompanhar o produto, já que ela protege a face contra batidas, areia e umidade. Um cantinho limpo e seco em casa é o suficiente pra manter tudo em ordem entre um jogo e outro.

E não esqueça de cuidar do seu corpo junto com o equipamento. Escolher uma raquete adequada ao seu nível ajuda a prevenir dores no braço, principalmente no cotovelo, que é uma queixa comum na areia. Com o modelo certo na mão, você já pode ir pra quadra com segurança e aproveitar o jogo.

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